EXPEDIENTE CORRIDO: Lei garante 6 horas diárias aos servidores de Santa Rita

12:37 Manno Costa 2 Comments




Motivo de correria no funcionalismo santarritense desde ontem (8), a mais nova da gestão de Emerson Panta tem causado pânico nos servidores municipais da cidade.

É que desde ontem foi anunciado aos gestores escolares a mudança do horário do expediente do pessoal de apoio da Educação, de 6 horas corridas para 8 horas diárias, em dois expedientes.

Desde 2012, a Lei Municipal 1.492, sancionada pelo então prefeito Marcus Odilon, e que o blog teve acesso na tarde desta terça-feira (9), entrou em vigor, alterando dispositivos das leis 861/97 e 875/97 e que adotou outras providências, dentre elas, a mudança do regime de expediente dos servidores em todas as repartições da edilidade municipal.

Ainda em seu segundo mandato à frente da PMSR (1997-2000), Severino Maroja efetivou, através de decreto, a mudança do expediente na Prefeitura de Santa Rita para as seis horas corridas, como medida de contenção de gastos, evitando que as repartições permanecessem mais tempo abertas, aumentando o consumo de água, energia, dentre outros insumos.

Em 2012, Marcus Odilon transformou em lei, no Artigo 5º da Lei 1.492/2012, as seis horas corridas como expediente oficial em todas as repartições públicas de Santa Rita.

Como não houve nenhuma posterior que revogasse a Lei 1.492/2012, permanece até hoje como sendo a lei que rege oficialmente o expediente da Prefeitura Municipal de Santa Rita.

Confira a lei, na íntegra:






2 comentários:

  1. Absurdo. Este homem veio para matar. Pior do que o cão!!!

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  2. Servidor publico é mal acostumado em santa Rita. Aliás, não só aqui. Isso atinge o país a décadas. Querem trabalhar apenas pelo comodismo e não para servir a população. Essa história de que seriam 6 horas corridas pensando em economizar e conter gastos como água e luz é balela. Quem fica prejudicado é a própria população que precisa dos serviços e além de ter um péssimo atendimento ainda tem que engolir a seco está. Não somos nós que pagamos o funcionalismo público ? Lamentável.

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