Panta e o paradoxo maldito: a tática da mentira suprime o sonho vestido de branco

16:50 Manno Costa 0 Comments



Quanto tempo levamos para construir um nome e uma reputação??

Para algumas pessoas, dependendo de suas condições e os caminhos que percorra, nem uma vida inteira seria suficiente.

Agora, quanto tempo se leva para perdermos a honra, a moral e a imagem de boa pessoa, construídos durante uma vida??

Acredito que não mais que um segundo de escolhas erradas.

Talvez nem nos seus piores sonhos, Emerson Panta poderia imaginar que perderia praticamente todo seu capital moral em tão pouco tempo.

Na verdade, é apenas questão de tempo para que a camada social que ainda não tomou conhecimento das atrocidades cometidas por Panta em seis meses à frente da gestão municipal santarritense, o tome de fato e passe a conhecer a face obscura do homem que se travestiu de humano e com voz mansa, olhar terno e lágrimas eternas nos olhos, fruto puro e absoluto da estratégia do Maketing, convenceu a todos de que seria o redentor de uma cidade afogada na mágoa, necessitada de alguém que apenas a dissesse “você vai dar certo”.

Panta vive o seu paradoxo maldito onde, de um lado, precisa manter a ética inerente e intrínseca aos profissionais da Medicina com o seu juramento eterno de salvar vidas e agir de acordo com tal ideal, do outro, o político amaldiçoado pelos acordos espúrios e uma gestão que não engrena e não mostra resultados em virtude dos sanguessugas de plantão, trazidos pelo doutor no bolso do seu jaleco, hoje contaminado com as mentiras que se vê obrigado a propalar em nome de uma situação que não foi planejada para ser da forma como se apresenta.

Em vez de trabalhar com a realidade, aquela com a qual se constrói a Santa Rita prometida na campanha eleitoral, o médico, agora carrasco e exterminador de professor, esqueceu de onde emanou sua ascensão nas urnas e voltou-se para o fácil. Em vez de trilhar o caminho, Panta pegou os atalhos mostrados pelo primo gênio das maldades, o (m)Alvino, pelo mentor,  fiador e dono do cabresto, Ruy Carneiro, o homem para quem a FAC pagou R$ 30 mil por um tratamento odontológico para a esposa, e outra meia dúzia de almas pequenas, miúdas, às quais ficam à espreita do banquete da doutora, esperando cair um farelo de pão, enquanto a madame se refestela com o filé, agora pago com o dinheiro dos mesmos miseráveis a quem ela agrada com peixe, coco e milho, comprados com o troco da sua caridade cara.

Panta, de médico amigo do povo, se contentou em ser apenas um mentiroso de plantão, adepto nato da propagando nazista, cujas táticas de convencimento beiram o ridículo de tão prováveis e previsíveis, enquanto um simples esboço de reação ou de resultados sequer se vê numa cidade arrasada, agora moralmente pela desesperança que o doutor representa, haja vista à sua incapacidade de se impor como mero condutor de uma gestão que nasceu nos braços do povo.

Panta de mostra um déspota, um homem frio e que dá claros sinais de que não medirá esforços para chegar onde pretende.

No afã de mostrar a autoridade e a arrogância cravadas no seu sangue, o prefeito ultrapassa o limite do senso e consegue, em tão pouco tempo, ser considerado inimigo público número 1 daqueles que eram tão somente entusiastas de um governo que representava um futuro brilhante para uma cidade com todo o potencial que possui, para uma cidade que possui e que merece o protagonismo que é seu e que só precisa de alguém que acredite nela não como uma botija, mas como o meio de crescimento dela mesma, levando consigo o seu povo.

Panta é burro e mentiroso, e, por arrogância e prepotência, perde a maior oportunidade que alguém já teve na vida de fazer algo por esta cidade e pelo seu povo.

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