'Por terra': No Dia do Trabalhador, servidores de Santa Rita ficam sem salários e Panta derruba único "feito" de sua gestão em Santa Rita

06:22 Manno Costa 0 Comments



Único feito a ser contado na gestão Panta depois do lixo mais caro do Estado, o pagamento de salários defasados ou com direitos subtraídos dentro do mês era o que restava como troféu de um administração que enxerga obrigação como feito.

Nesta segunda-feira (30), a rede social oficial da Prefeitura de Santa Rita ostentava em seus destaques um banner com o anúncio "DINHEIRO NA CONTA", com fonte Bold e em caixa alta.


Pronto. Mais uma "obra" de Emerson estava realizada.

O problema é que, por trás da ostensiva e massiva propaganda doutrinadora, está a nuance da incompetência sistêmica e contumaz que impera na hostes do Paço Municipal canavieiro.

Nesta terça-feira (1°), servidores ocupam as redes sociais para denunciar a falta de salários em suas respectivas contas, fazendo com que o tal doutor saia do status de divindade para o de ser humano, como qualquer outro.

Depois dos postos "inaugurados" e que não funcionam, das várias frentes de trabalho abertas carregando o peso de um asfalto que dilui na primeira chuva, ruas alagadas que se transformam em balnerario público, arremedos de soluções que simplesmente não solucionam, como o fatídico caso da Av. Conde, obras que começam sem dia e hora para acabar e uma das piores avaliações dentre os prefeitos da Paraíba por prometer céu e terra e não conseguir dar um passo à frente em virtude dos inúmeros compromissos firmados para se eleger, eis que cai a última barreira da máscara governamental em Santa Rita: em pleno 1° de maio, Dia do Trabalhador, os servidores municipais santarritenses estão sem seus salários, deixando, portanto, de receberem dentro do mês trabalhado.


A gestão não se pronuncia quanto ao caso, o que gera ainda mais protestos na rede.

A saga do funcionário de Santa Rita segue a passos largos rumo ao completo desaparelhamento do serviço público, permanecendo a pergunta que jamais calará: "até quando?"

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